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A VALE, O GOVERNO LULA, O BRASILEIRO, A MÍDIA E OS PODERES DE ESTADO

  • Carlos César Micalli Cantu
  • 27 de jan. de 2024
  • 2 min de leitura

Atualizado: 28 de jan. de 2024

Prezados (as),

 

A trajetória para o 1º Mundo de uma nação já está delineada e comprovada: Ser protagonista na geração de produtos e serviços com maior valor agregado possível e ter avanços acelerados nas pautas humanitárias, resultado precípuo da inteligência humana.

O seleto núcleo dos países ditos do 1º Mundo quer restringir, por todos os meios, inclusive guerras genocidas, a entrada de novos membros e transformar todos os outros em suporte para manter sua sólida condição privilegiada, debalde a miséria grassada pelo mundo.

É nesse contexto que o Mercado deseja que o Brasil continue sendo mero exportador de commodities e importador de produtos (semi)acabados e serviços de alta tecnologia.

A VALE insere-se nesse contexto. Para eles, a empresa brasileira precisa continuar exportando minério de ferro a US$ 85,00 / ton e o Brasil importar lingotes de aço a US$ 1.000 – 1.800 / ton, preços esses “made in China”, o menor deles. Vamos imaginar a VALE Siderurgia funcionando ao lado das nossas minas de minério de ferro. Quem poderia competir? Qual seria o preço do nosso lingote de aço no mercado nacional e internacional?

Infelizmente, o governo Lula está sozinho nessa luta, sem apoio da maioria das nossas forças de pressão.

  • O brasileiro, inebriado pelo Circo para o Povo, anestesiado pelo Ópio do Povo e encantado pela nossa Cultura de Massa, poderosos instrumentos de alienação, nem entende o que tudo isso significa e nem se interessa em entender;

  • A mídia lesa-Pátria, mantida pelo e atrelada ao Mercado, luta contra por motivos óbvios;

  • O Poder Legislativo, cujos membros são eleitos pelo povo e sob a falácia de uma Democracia Representativa onde quem elege não decide nada;

  • O Poder Judiciário, além de elitista também, segue atrelado às leis estabelecidas pelo Poder Legislativo;

Diante desse cenário, o que fazer? Continuar sendo país subdesenvolvido, grande suporte ao fausto banquete da elite privilegiada?

Resta-nos a nós, poucos cidadãos mais conscientes e suas poucas entidades representativas, desfraldar a bandeira para colocar esse gigante adormecido em berço esplêndido na sua rota rumo à evolução civilizatória para o bem estar comum.

 

Grato

César Cantu

São Paulo, 25 de Janeiro de 2024 (470 anos de São Paulo)

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